Skip to main content
Category

Cirurgia Plástica Curitiba

Laser de CO₂: O que é, como funciona e para que serve | Dra. Daniele Pace

By Cirurgia da Face, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele, Laser, Uncategorized No Comments

Laser de CO2

O que é o Laser de CO2?

O laser de CO2 é um equipamento que emite um feixe de luz concentrado, capaz de agir sobre a superfície da pele de forma controlada e precisa. Diferente das técnicas que utilizam gordura ou plasma do próprio corpo, o laser de CO2 promove sua ação através de energia luminosa, gerando microlesões térmicas calculadas que estimulam a renovação celular e a produção de colágeno.

Existem diferentes intensidades e modalidades de aplicação (fracionado ou ablativo total, por exemplo), que são escolhidas conforme o objetivo do tratamento e as características da sua pele.

Como o Laser de CO2 Age na Pele

Ao entrar em contato com a pele, o laser remove ou lesiona de forma controlada as camadas mais superficiais, sinalizando ao organismo a necessidade de reparo. Esse processo estimula a renovação celular e a produção de colágeno novo, resultando em uma pele com textura mais uniforme, firme e com menos irregularidades.

Importante: o resultado se desenvolve ao longo das semanas seguintes ao procedimento, à medida que a pele se renova e o colágeno é reorganizado.

Indicações

O laser de CO2 pode ser indicado para:

  • Manchas — melhora de manchas causadas por exposição solar ou envelhecimento
  • Rugas finas — especialmente as de expressão e as relacionadas à perda de qualidade da pele
  • Cicatrizes de acne — suaviza irregularidades e melhora a textura da pele
  • Flacidez leve — estimula colágeno, melhorando o aspecto de firmeza
  • Poros dilatados — refina a textura geral da pele
  • Complemento a outros procedimentos — pode ser associado a enxerto de gordura, nanofat e PRP, ou utilizado após cirurgias faciais para uniformizar o resultado da pele

O que Esperar do Procedimento

  • Aplicação de anestésico tópico ou, em alguns casos, sedação leve, dependendo da intensidade escolhida
  • Sensação de calor durante a aplicação
  • Vermelhidão importante logo após o procedimento, semelhante a uma queimadura solar
  • Possível descamação da pele nos dias seguintes, fazendo parte do processo natural de renovação
  • Sensibilidade ao sol aumentada durante o período de recuperação

Tempo de Recuperação

O tempo de recuperação varia conforme a intensidade aplicada:

  • Laser fracionado (mais superficial): recuperação de poucos dias, com vermelhidão leve
  • Laser mais intenso/profundo: recuperação de até duas semanas, com descamação mais evidente

Durante esse período, é fundamental seguir rigorosamente as orientações de cuidados pós-procedimento, incluindo hidratação da pele e proteção solar rigorosa.

Cuidados Pós-Procedimento

  • Proteção solar rigorosa e constante, mesmo em dias nublados
  • Hidratação intensa da pele conforme orientação
  • Evitar exposição solar direta durante todo o período de recuperação
  • Não utilizar produtos ácidos ou esfoliantes até liberação médica
  • Seguir à risca os produtos e cuidados indicados na consulta

Quando o Laser de CO2 Não é Indicado

O procedimento requer avaliação individual cuidadosa em casos de:

  • Peles muito bronzeadas ou com exposição solar recente
  • Histórico de manchas por hiperpigmentação pós-inflamatória
  • Infecções ativas na região a ser tratada (como herpes)
  • Uso de determinados medicamentos fotossensibilizantes
  • Doenças de pele ativas na região a ser tratada
  • Gestação e amamentação

A avaliação presencial é sempre necessária para definir a intensidade adequada e confirmar se o laser de CO2 é o procedimento mais indicado ao seu caso.

PRP Facial: Plasma Rico em Plaquetas

By Cirurgia da Face, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele, Laser No Comments

PRP (Plasma Rico em Plaquetas)

O que é o PRP?

O PRP é obtido a partir de uma pequena amostra do seu próprio sangue, coletada no consultório no momento do procedimento. Essa amostra passa por um processo de centrifugação, que separa e concentra as plaquetas — células responsáveis por liberar fatores de crescimento que estimulam a regeneração dos tecidos.

Depois de processado, o plasma concentrado é aplicado na pele por meio de microinjeções, nas regiões indicadas para o seu caso.

Por ser um material 100% autólogo (do próprio paciente), o risco de reação alérgica ou rejeição é praticamente inexistente.

Como o PRP Age na Pele

As plaquetas concentradas liberam fatores de crescimento que estimulam os fibroblastos — as células responsáveis pela produção de colágeno e elastina. Com isso, a pele se torna gradualmente mais firme, com melhora de textura, hidratação e luminosidade.

Importante: o resultado não é imediato. Ele se desenvolve ao longo de algumas semanas, conforme o organismo responde ao estímulo, e costuma ser mais evidente à medida que as sessões avançam.

Indicações

O PRP pode ser indicado para:

  • Rejuvenescimento facial — melhora de textura, viço e firmeza da pele
  • Olheiras — quando associadas a desidratação ou perda de qualidade da pele (não substitui o tratamento de bolsas ou perda de volume)
  • Rugas finas — especialmente as de expressão e as relacionadas à qualidade da pele
  • Cicatrizes de acne — auxilia na regeneração da textura
  • Complemento a outros procedimentos — como enxerto de gordura, nanofat e laser de CO2, potencializando a integração e a recuperação
  • Cicatrização pós-cirúrgica — em algumas cirurgias faciais, pode ser utilizado para acelerar a recuperação dos tecidos
  • Queda de cabelo (couro cabeludo) — quando indicado, estimula os folículos capilares

O que Esperar do Procedimento

  • Aplicação de anestésico tópico previamente, para minimizar o desconforto
  • Pequenas microinjeções nos pontos definidos na avaliação
  • Possibilidade de vermelhidão ou pequenos hematomas nos locais de aplicação, que costumam desaparecer em poucos dias
  • Não há necessidade de afastamento das atividades habituais

Protocolo de Sessões

Por se tratar de um estímulo biológico progressivo, o PRP costuma ser realizado em protocolo de múltiplas sessões, espaçadas em algumas semanas. Os resultados se acumulam ao longo do tratamento, e sessões de manutenção periódicas ajudam a sustentar os efeitos conquistados.

Quando o PRP Não é Indicado

O procedimento não é recomendado em casos de:

  • Distúrbios de coagulação sanguínea
  • Infecções ativas na região a ser tratada
  • Uso de determinados medicamentos anticoagulantes (a avaliação individual define a conduta)
  • Doenças hematológicas específicas

A avaliação clínica detalhada é sempre necessária para confirmar se o PRP é adequado ao seu caso.

Nanofat

By Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele No Comments

NANOFAT

O nanofat é obtido a partir da sua própria gordura, geralmente retirada de áreas doadoras como abdômen ou flancos por meio de uma lipoaspiração pontual. Diferente do enxerto de gordura tradicional, essa gordura passa por um processo adicional de microparticulação, que a transforma em uma emulsão extremamente fina, sem os grumos de tecido adiposo comuns ao enxerto convencional.

Essa característica é o que permite que o nanofat seja aplicado em camadas muito superficiais da pele — algo que não seria possível com a gordura tradicional, que exige maior profundidade para não formar irregularidades visíveis.

Por ser um material 100% autólogo (da própria paciente), o risco de reação alérgica ou rejeição é praticamente inexistente.

Como o Nanofat Age na Pele

Diferente do enxerto de gordura, cujo objetivo principal é repor volume, o nanofat não preenche — ele atua na qualidade da pele. A gordura microparticulada carrega células-tronco e fatores regenerativos que, aplicados na camada superficial, estimulam a produção de colágeno e melhoram a hidratação e a textura local.

Importante: assim como outras técnicas regenerativas, o resultado se desenvolve de forma gradual, à medida que a pele responde ao estímulo, com melhora progressiva ao longo das semanas seguintes ao procedimento.

Indicações

O nanofat pode ser indicado para:

  • Olheiras — uma das indicações mais frequentes, por atuar na pele fina e frágil dessa região
  • Rugas finas superficiais — especialmente aquelas que não respondem bem a outras técnicas
  • Melhora de textura da pele — áreas com aspecto opaco, desidratado ou irregular
  • Cicatrizes — auxilia na regeneração e suavização de cicatrizes superficiais
  • Complemento ao enxerto de gordura tradicional — enquanto o enxerto repõe volume nas camadas profundas, o nanofat refina a superfície da mesma área
  • Associação a outros procedimentos — como PRP e laser de CO2, potencializando os resultados de rejuvenescimento

O que Esperar do Procedimento

  • Coleta da gordura na área doadora, com anestesia local
  • Processamento da gordura até a forma de emulsão fina (nanofat)
  • Aplicação nos pontos indicados por meio de microcânulas, sem necessidade de cortes ou suturas
  • Pontos de aplicação praticamente imperceptíveis
  • Pode haver leve inchaço ou hematomas discretos nos primeiros dias, tanto na área doadora quanto na área tratada

Nanofat x Enxerto de Gordura: Qual a Diferença?

É comum haver dúvida entre os dois procedimentos, já que partem do mesmo material:

Enxerto de Gordura Nanofat
Objetivo Repor volume Melhorar textura e qualidade da pele
Profundidade Camadas profundas Camadas superficiais
Indicação típica Sulcos, têmporas, maçãs do rosto Olheiras, rugas finas, textura

Na prática, os dois costumam ser combinados na mesma sessão, atuando de forma complementar.

Recuperação

A recuperação costuma ser rápida, sem necessidade de afastamento prolongado das atividades habituais. Orientações específicas de cuidados pós-procedimento, tanto para a área doadora quanto para a área tratada, são fornecidas individualmente.

Quando o Nanofat Não é Indicado

O procedimento requer avaliação individual cuidadosa em casos de:

  • Quantidade insuficiente de gordura na área doadora
  • Distúrbios de coagulação sanguínea
  • Infecções ativas na região a ser tratada
  • Determinadas condições clínicas que serão avaliadas na consulta

A avaliação presencial é sempre necessária para confirmar se o nanofat é o procedimento mais adequado ao seu caso.

Deep Plane Facelift Curitiba: O Lifting Facial Mais Avançado | Dra. Daniele Pace

By Cirurgia da Face, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele No Comments

Deep Plane Facelift: O Lifting Facial Mais Avançado da Cirurgia Plástica

Entenda a técnica que reposiciona os tecidos profundos da face para um rejuvenescimento natural e duradouro

Poucos temas geram tanta curiosidade na cirurgia plástica facial quanto o Deep Plane Facelift. A técnica ganhou popularidade internacional por entregar resultados naturais, sem aquele aspecto “esticado” associado a liftings mais antigos. Mas afinal, o que torna essa abordagem diferente, e para quem ela realmente é indicada? Neste artigo, explico em detalhes como funciona o Deep Plane Facelift.

O Que É o Deep Plane Facelift

O Deep Plane Facelift é uma técnica de lifting facial que atua em um plano mais profundo da face, abaixo do SMAS (sistema músculo-aponeurótico superficial). Em vez de apenas tracionar a pele, a técnica libera e reposiciona todo o bloco de tecidos profundos, incluindo músculo, gordura e ligamentos de sustentação, como uma unidade única.

Esse reposicionamento em bloco é o que diferencia o Deep Plane das técnicas tradicionais. Como a tração ocorre nas estruturas profundas, e não diretamente na pele, o resultado tende a ser mais natural e harmônico, sem sinais visíveis de “puxado”.

Deep Plane vs. Facelift Tradicional

A principal diferença entre as técnicas está na profundidade de atuação e na forma como a tração é distribuída pela face:

Aspecto Facelift Tradicional Deep Plane Facelift
Plano de dissecção Pele e SMAS superficial Abaixo do SMAS, plano profundo
Direção da tração Predominantemente lateral (para os lados) Vetorial, seguindo o eixo natural dos tecidos
Resultado estético Pode gerar aspecto de pele esticada Resultado mais natural nas bochechas e mandíbula
Durabilidade Tende a ser menor Geralmente mais duradoura

Quem é Candidato ao Procedimento

O Deep Plane Facelift costuma ser indicado para pacientes que apresentam sinais mais evidentes de envelhecimento facial, como:

  • Flacidez acentuada nas bochechas e ao longo da linha da mandíbula
  • Sulcos nasogenianos profundos, que dão aspecto de cansaço à expressão
  • Perda de definição do contorno mandibular, com formação de “papada”
  • Descida do terço médio da face, com aparência de bochechas caídas
  • Desejo por um resultado que pareça natural, sem o efeito de pele esticada

Uma avaliação individual é essencial para confirmar se essa é realmente a melhor técnica, já que fatores como qualidade da pele, estrutura óssea e grau de flacidez influenciam diretamente na indicação.

Como é Realizada a Cirurgia

O procedimento é realizado sob anestesia geral ou sedação profunda, com duração média de quatro a seis horas, já que a dissecção no plano profundo exige extrema precisão e cuidado com estruturas nobres, como o nervo facial. As incisões são posicionadas discretamente na região do couro cabeludo e ao redor da orelha, minimizando cicatrizes visíveis.

Durante a cirurgia, o bloco de tecidos profundos é liberado e reposicionado em uma direção vertical, que respeita o eixo natural de envelhecimento da face. Frequentemente, o procedimento é combinado com lifting de pescoço e blefaroplastia, para um resultado mais completo e harmônico.

Recuperação: O Que Esperar no Pós-Operatório

Por ser uma técnica mais profunda, a recuperação do Deep Plane costuma ser um pouco mais longa que a de um facelift tradicional, embora o inchaço inicial nem sempre seja maior. Nos primeiros dias, é esperado inchaço, hematomas e sensação de tensão na face.

  • Primeira semana: repouso com a cabeça elevada e uso de curativos compressivos
  • 2 semanas: redução significativa do inchaço, retirada de pontos
  • 3 a 4 semanas: retorno gradual ao convívio social, com maquiagem já disfarçando sinais residuais
  • 3 a 6 meses: resultado final se consolida, com a face totalmente acomodada

Alterações temporárias de sensibilidade na pele são comuns e tendem a se resolver com o tempo, à medida que os nervos sensitivos se recuperam.

Resultados e Durabilidade

Um dos grandes atrativos do Deep Plane Facelift é a durabilidade do resultado. Como a técnica atua nas estruturas de sustentação profunda, e não apenas na pele, o efeito do envelhecimento tende a ser mais lento após a cirurgia, com resultados que costumam durar entre dez e quinze anos, variando conforme fatores individuais como genética e cuidados com a pele.

Além da durabilidade, a naturalidade é o que mais chama atenção: por reposicionar os tecidos em seu eixo original, o resultado preserva a expressividade facial, evitando aquele aspecto artificial associado a técnicas mais superficiais.

Riscos e Cuidados Importantes

Por ser uma técnica que trabalha próxima a estruturas nervosas importantes, o Deep Plane Facelift exige um cirurgião plástico com formação específica e experiência consolidada na técnica. Os riscos incluem lesão temporária ou, raramente, permanente de ramos do nervo facial, hematomas, alterações de cicatrização e assimetrias.

Por isso, é fundamental escolher um profissional com título de especialista pela SBCP e histórico comprovado com a técnica, além de realizar o procedimento em ambiente hospitalar com toda a estrutura necessária.

Perguntas Frequentes

As incisões são posicionadas no couro cabeludo e ao redor da orelha, ficando bem disfarçadas pelo cabelo e pelos contornos naturais da orelha. Com os cuidados adequados, tendem a se tornar praticamente imperceptíveis.
O SMAS facelift atua no próprio SMAS ou logo acima dele, enquanto o Deep Plane libera as estruturas abaixo dessa camada, permitindo o reposicionamento em bloco de músculo, gordura e ligamentos, com resultado geralmente mais natural.
Os resultados costumam durar entre dez e quinze anos, podendo variar conforme fatores individuais como genética, exposição solar e cuidados contínuos com a pele após a cirurgia.
O tempo de recuperação é semelhante em muitos aspectos, mas por envolver dissecção mais profunda, alguns pacientes levam um pouco mais de tempo para a sensibilidade facial se normalizar completamente.
Não existe uma idade fixa, já que a indicação depende do grau de flacidez e das características individuais da face. Geralmente, pacientes a partir dos 45 anos apresentam sinais que se beneficiam mais dessa técnica.

Quer saber se o Deep Plane Facelift é indicado para você?

Agende uma avaliação particular e individualizada com a Dra. Daniele Pace, cirurgiã plástica com mais de 22 anos de experiência. Agendar Avaliação pelo WhatsApp

Mamoplastia Redutora: Quando a Cirurgia é Indicada | Dra. Daniele Pace

By Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Mamas No Comments

Mamoplastia Redutora: Quando a Cirurgia de Redução das Mamas é Indicada

Entenda os sinais, benefícios e o que esperar da cirurgia de redução mamária

Mamas muito volumosas não são apenas uma questão estética. Para muitas mulheres, elas representam dor nas costas, marcas profundas nos ombros e limitações no dia a dia. A mamoplastia redutora é a cirurgia que trata justamente essa condição, conhecida clinicamente como hipertrofia mamária. Neste artigo, explico quando ela é indicada, como é realizada e o que esperar da recuperação.

O Que É a Mamoplastia Redutora

A mamoplastia redutora é a cirurgia que remove o excesso de tecido mamário, pele e gordura das mamas, reduzindo seu volume e peso. Além disso, o procedimento eleva e remodela as mamas, proporcionando um contorno mais harmônico e proporcional ao corpo.

Diferente do que muitas pacientes imaginam, essa não é uma cirurgia puramente estética. Na maioria dos casos, ela é considerada reparadora, já que trata sintomas físicos reais causados pelo excesso de volume mamário.

Sinais de Que a Cirurgia Pode Ser Necessária

Muitas mulheres convivem por anos com sintomas de gigantomastia sem saber que existe uma solução cirúrgica eficaz. Entre os sinais mais comuns, estão:

  • Dor crônica nas costas, pescoço e ombros, muitas vezes agravada ao longo do dia
  • Marcas profundas e persistentes causadas pelas alças do sutiã
  • Assaduras e irritações na pele abaixo das mamas, especialmente no verão
  • Dificuldade para praticar atividades físicas ou encontrar roupas que sirvam bem
  • Postura encurvada, desenvolvida como forma de compensar o peso excessivo
  • Desconforto emocional relacionado à autoimagem e à limitação das mamas volumosas

Se você se identifica com vários desses pontos, vale conversar com um cirurgião plástico para avaliar se a mamoplastia redutora é indicada para o seu caso.

Benefícios Além da Estética

Alívio das dores musculoesqueléticas

Com a redução do peso mamário, grande parte das pacientes relata melhora significativa das dores nas costas e nos ombros já nos primeiros meses após a cirurgia.

Mais liberdade para atividades físicas

Mamas menores e mais firmes facilitam a prática de exercícios, algo que muitas pacientes evitavam justamente pelo desconforto causado pelo volume excessivo.

Melhora da autoestima

Roupas passam a vestir melhor e a postura tende a melhorar, o que reflete diretamente na confiança e no bem-estar emocional da paciente.

Como é Realizada a Cirurgia

A mamoplastia redutora é realizada sob anestesia geral ou sedação, com duração média de duas a quatro horas. A técnica escolhida depende do volume a ser reduzido e das características individuais de cada paciente, mas em geral envolve a remoção do excesso de tecido glandular, pele e gordura, seguida do reposicionamento da aréola e do mamilo em uma altura mais harmônica.

As cicatrizes variam conforme a técnica, podendo ficar ao redor da aréola, verticalmente até o sulco mamário, ou, em casos de redução mais significativa, também horizontalmente no sulco. Sempre que possível, busco técnicas que minimizem a extensão das cicatrizes.

Recuperação: O Que Esperar

Nos primeiros dias após a cirurgia, é normal sentir dor, inchaço e sensibilidade nas mamas, sintomas que são controlados com medicação prescrita. O uso de sutiã cirúrgico é indicado por várias semanas para dar suporte adequado durante a cicatrização.

  • Primeira semana: repouso relativo e uso contínuo do sutiã cirúrgico
  • 2 a 3 semanas: retorno às atividades leves do dia a dia
  • 4 a 6 semanas: liberação gradual para atividades físicas, conforme avaliação médica
  • Alguns meses: as cicatrizes continuam amadurecendo e clareando progressivamente

Resultados e Amamentação

Os resultados da mamoplastia redutora costumam trazer alívio imediato aos sintomas físicos, além de um contorno mamário mais harmônico e proporcional. Como qualquer cirurgia mamária, o procedimento pode, em alguns casos, afetar a capacidade de amamentar no futuro, dependendo da técnica utilizada e da quantidade de tecido glandular removido.

Por isso, se você planeja engravidar, é fundamental discutir esse ponto detalhadamente durante a consulta, para que a técnica seja adaptada da forma mais adequada possível às suas prioridades.

Perguntas Frequentes

Em muitos casos, sim, já que a cirurgia costuma ser classificada como reparadora quando há sintomas físicos comprovados de hipertrofia mamária. A cobertura depende da avaliação e da documentação apresentada ao convênio.
As cicatrizes variam conforme a técnica e o volume removido, mas tendem a clarear e amadurecer ao longo de um a dois anos. Elas costumam ficar posicionadas em áreas discretas, como ao redor da aréola.
Depende da técnica utilizada e da extensão da redução. Muitas pacientes conseguem amamentar normalmente, mas é importante conversar sobre esse ponto na consulta se a maternidade estiver nos seus planos.
Os resultados costumam ser duradouros, mas fatores como envelhecimento, gestações futuras e grandes oscilações de peso podem alterar o formato das mamas ao longo dos anos.
Em geral, recomenda-se aguardar o desenvolvimento mamário completo, o que costuma ocorrer ao final da adolescência. Cada caso é avaliado individualmente durante a consulta.

Convive com desconforto causado pelo volume das mamas?

Agende uma avaliação particular com a Dra. Daniele Pace e descubra se a mamoplastia redutora é indicada para o seu caso. Agendar Avaliação pelo WhatsApp

Abdominoplastia: tudo o que você precisa saber / Dra Daniele Pace

By Cirurgia do abdomen, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba No Comments

Abdominoplastia: Tudo o Que Você Precisa Saber Antes de Decidir

Guia completo sobre indicações, tipos de cirurgia, recuperação e resultados da abdominoplastia

A abdominoplastia é uma das cirurgias plásticas mais procuradas no Brasil, e não é por acaso. Ela devolve firmeza à região abdominal em casos que dieta e exercício físico, sozinhos, não conseguem resolver. Ainda assim, é comum surgirem dúvidas sobre quando ela é realmente indicada, como é o procedimento e o que esperar da recuperação. Neste artigo, reunimos as informações essenciais para quem está pensando em fazer a cirurgia.

O Que É a Abdominoplastia

A abdominoplastia é uma cirurgia que remove o excesso de pele e gordura localizada na região do abdômen, além de reparar a musculatura abdominal quando ela está afastada ou enfraquecida. Esse afastamento muscular, chamado de diástase, é bastante comum após gestações ou grandes variações de peso, e costuma ser uma das principais queixas das pacientes.

Diferente da lipoaspiração, que trata apenas o excesso de gordura, a abdominoplastia atua também sobre a pele flácida e a musculatura, por isso costuma ser indicada para casos mais avançados de flacidez abdominal.

Quem é Candidata à Cirurgia

De forma geral, a abdominoplastia é indicada para mulheres e homens que apresentam:

  • Flacidez de pele no abdômen, com ou sem estrias, geralmente após gestação ou emagrecimento importante
  • Diástase dos músculos retos abdominais, que gera aquela aparência de “barriga estufada” mesmo com baixo percentual de gordura
  • Excesso de pele que causa desconforto físico, como assaduras ou dificuldade de higiene na região
  • Peso estável há pelo menos alguns meses, já que grandes oscilações após a cirurgia comprometem o resultado

Durante a consulta, avalio detalhadamente o grau de flacidez, a qualidade da pele e a presença de diástase para indicar a técnica mais adequada a cada caso.

Tipos de Abdominoplastia

Existem diferentes técnicas de abdominoplastia, e a escolha depende do grau de flacidez e dos objetivos da paciente:

Abdominoplastia Completa

Indicada para casos de flacidez mais acentuada. A incisão se estende de um quadril a outro, permitindo a remoção de grande quantidade de pele e a reparação completa da musculatura, incluindo a região acima do umbigo.

Mini Abdominoplastia

Voltada para quem tem flacidez concentrada abaixo do umbigo, com pouca ou nenhuma diástase acima dele. A cicatriz é menor e a recuperação, em geral, mais rápida.

Lipoabdominoplastia

Combina a abdominoplastia com a lipoaspiração em outras áreas, como flancos e região lombar, proporcionando um contorno corporal mais harmônico em uma única cirurgia.

Como é Realizada a Cirurgia

A cirurgia é feita sob anestesia, geralmente combinada com sedação, e tem duração média de duas a quatro horas, variando conforme a técnica escolhida. Primeiro, é feita a remoção do excesso de pele e gordura; em seguida, a musculatura abdominal é suturada internamente para corrigir a diástase. O umbigo, na abdominoplastia completa, é reposicionado para manter uma aparência natural.

Ao final do procedimento, um dreno costuma ser posicionado temporariamente para evitar acúmulo de líquidos, e a paciente recebe uma cinta compressiva que deverá usar durante toda a recuperação.

Recuperação: O Que Esperar no Pós-Operatório

A recuperação da abdominoplastia costuma ser gradual, e é importante seguir todas as orientações médicas com atenção. Nos primeiros dias, é normal sentir dor e desconforto, que são controlados com medicação. Também é esperado inchaço e a presença de hematomas, que diminuem ao longo das semanas.

  • Primeira semana: repouso relativo, uso contínuo da cinta e retorno do dreno em consulta
  • 2 a 4 semanas: retorno gradual às atividades leves do dia a dia, ainda evitando esforço físico
  • 4 a 6 semanas: liberação progressiva para atividades físicas, conforme avaliação individual
  • 3 a 6 meses: o inchaço residual diminui e o resultado final começa a ficar mais evidente

Cada organismo responde de uma forma, por isso o acompanhamento pós-operatório próximo é fundamental para garantir uma recuperação segura e tranquila.

Resultados e Durabilidade

Os resultados da abdominoplastia costumam ser duradouros, principalmente quando a paciente mantém um peso estável ao longo dos anos. Como a pele em excesso é removida cirurgicamente, o abdômen ganha um contorno mais definido, que dieta e exercício isoladamente não conseguiriam proporcionar.

Vale lembrar que gestações futuras podem comprometer parte do resultado, especialmente em relação à musculatura reparada, por isso costumo recomendar a cirurgia após o planejamento familiar estar concluído.

Riscos e Cuidados Importantes

Como toda cirurgia, a abdominoplastia envolve riscos, que incluem infecção, formação de seromas, cicatrização inadequada e alterações de sensibilidade na pele. Por isso, é essencial que o procedimento seja realizado por um cirurgião plástico com registro no CRM e título de especialista pela SBCP, em ambiente hospitalar adequado.

Uma avaliação pré-operatória completa, com exames laboratoriais e liberação clínica, reduz significativamente as chances de complicações e contribui para um resultado seguro.

Perguntas Frequentes

Existe desconforto nos primeiros dias, mas ele é controlado com medicação analgésica prescrita no pós-operatório. A maioria das pacientes relata mais sensação de peso e tensão do que dor propriamente dita.

Em geral, o afastamento varia entre 15 e 21 dias, dependendo da técnica utilizada e do tipo de atividade profissional. Trabalhos que exigem esforço físico costumam precisar de um período maior.

A cicatriz é posicionada estrategicamente para ficar escondida pela roupa íntima ou biquíni. Ela tende a clarear e amadurecer ao longo de um a dois anos, com os cuidados adequados.

Sim, é possível engravidar, mas a gestação pode comprometer parte do resultado obtido, principalmente na musculatura. Por isso, recomenda-se realizar a cirurgia após o encerramento do planejamento familiar.

A lipoaspiração remove apenas gordura localizada, sem tratar pele em excesso ou diástase muscular. A abdominoplastia trata os três aspectos, sendo indicada para casos de flacidez mais significativa.

Quer saber se a abdominoplastia é indicada para o seu caso?

Agende uma avaliação particular e individualizada com a Dra. Daniele Pace, cirurgiã plástica com mais de 22 anos de experiência.

Agendar Avaliação pelo WhatsApp

Rejuvenescimento Facial em Curitiba: Enxerto de Gordura, Nanofat, PRP e Laser de CO2

By Cirurgia da Face, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele, Laser No Comments

Rejuvenescimento Facial em Curitiba: Quando a Cirurgia Não é o Único Caminho

Nem todo sinal do tempo no rosto exige um procedimento cirúrgico. Em muitos casos, a combinação inteligente de técnicas menos invasivas — enxerto de gordura, nanofat, PRP e laser de CO2 — devolve volume, luminosidade e qualidade de pele de forma natural e duradoura. Em Curitiba, a Dra. Daniele Pace tem se dedicado a desenhar protocolos personalizados que unem essas ferramentas, respeitando a anatomia e o tempo de cada paciente.Laser de CO2 em Curitiba

Enxerto de Gordura: Devolvendo Volume Onde ele se Perdeu

Com o passar dos anos, o rosto perde gordura em áreas estratégicas como maçãs do rosto, têmporas e olheiras, o que acentua a aparência de cansaço. O enxerto de gordura autóloga utiliza tecido do próprio paciente, geralmente retirado do abdômen ou flancos, processado e reinjetado em pontos específicos da face. Além de repor volume, a gordura enxertada carrega células-tronco que estimulam a regeneração da pele.

Nanofat: A Versão Refinada da Gordura para Textura e Qualidade de Pele

Enquanto o enxerto tradicional foca em volume, o nanofat é uma gordura ultrapurificada e microparticulada, aplicada em camadas mais superficiais. Seu objetivo não é preencher, mas sim melhorar textura, hidratação e viço da pele, sendo especialmente indicado para olheiras, rugas finas e áreas de pele fina e frágil.Enxerto de Gordura e Nanofat: Rejuvenescimento Facial Natural em Curitiba

PRP: Potencializando a Regeneração com o Próprio Sangue

O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é obtido a partir de uma amostra de sangue do próprio paciente, centrifugada para concentrar fatores de crescimento. Aplicado na pele, estimula a produção de colágeno e acelera a recuperação após outros procedimentos, sendo um excelente complemento ao enxerto de gordura e ao nanofat. PRP Facial: Regeneração Natural da Pele em Curitiba

Laser de CO2: Renovação da Superfície da Pele

Enquanto os itens anteriores atuam em volume e regeneração profunda, o laser de CO2 trabalha na camada mais superficial, promovendo renovação celular intensa. É eficaz para manchas, rugas finas, cicatrizes de acne e flacidez leve, deixando a pele com aspecto mais uniforme e firme.Laser de CO₂: O que é, como funciona e para que serve | Dra. Daniele Pace

Por que Combinar essas Técnicas?

Cada uma dessas ferramentas atua em uma camada e função diferente do envelhecimento facial. Combiná-las, dentro de um planejamento individualizado, permite resultados mais completos do que o uso isolado de qualquer uma delas. A avaliação presencial é o que define a combinação ideal e a ordem dos procedimentos, muitas vezes distribuídos ao longo de algumas sessões.

Rejuvenescimento Facial em Curitiba

A Dra. Daniele Pace, com mais de 22 anos de experiência e título de Mestre e Doutora em Cirurgia Plástica, atende em Curitiba oferecendo protocolos personalizados de rejuvenescimento facial, unindo técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas conforme a necessidade de cada paciente.

Perguntas Frequentes

O enxerto de gordura é permanente?
Uma parcela da gordura enxertada se integra de forma definitiva ao tecido, enquanto outra parte pode ser reabsorvida nos primeiros meses. Por isso, o resultado final é avaliado após esse período de acomodação.

Nanofat e PRP podem ser feitos na mesma sessão?
Sim, é comum associar as duas técnicas no mesmo procedimento, já que atuam de forma complementar na regeneração da pele.

O laser de CO2 exige tempo de recuperação?
Sim, o tempo varia conforme a intensidade aplicada, podendo ir de poucos dias a duas semanas, com orientações específicas de cuidados pós-procedimento.

Esses procedimentos substituem um facelift?
Não necessariamente. Em casos de flacidez mais avançada, essas técnicas podem complementar um procedimento cirúrgico, e não substituí-lo. A avaliação individual define a melhor conduta.


Quer saber qual combinação de tratamentos é ideal para o seu caso? Agende uma avaliação com a Dra. Daniele Pace (CRM-PR 18453 · RQE 13077) em Curitiba pelo WhatsApp (41) 99113-7878.

 

PRP Facial: Regeneração Natural da Pele em Curitiba

By Cirurgia da Face, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele, Laser No Comments

PRP Facial: Quando o Próprio Corpo é a Ferramenta de Regeneração

Entre as técnicas de rejuvenescimento facial que ganharam espaço nos últimos anos, o PRP (Plasma Rico em Plaquetas) se destaca por um motivo simples: não introduz nenhuma substância externa ao organismo. Todo o material utilizado vem do próprio paciente, o que torna o procedimento seguro e biocompatível. Em Curitiba, a Dra. Daniele Pace utiliza o PRP tanto de forma isolada quanto associado a outras técnicas de rejuvenescimento.

O que é o PRP e Como é Obtido

O PRP é derivado de uma amostra de sangue do próprio paciente, coletada no momento do procedimento. Essa amostra passa por um processo de centrifugação, que separa e concentra as plaquetas em um volume reduzido de plasma. As plaquetas são ricas em fatores de crescimento, proteínas responsáveis por sinalizar e acelerar processos de reparo e regeneração tecidual no organismo.

Depois de processado, o plasma concentrado é aplicado na pele por meio de microinjeções, em pontos estratégicos do rosto ou de forma mais difusa, dependendo do objetivo do tratamento.Enxerto de Gordura e Nanofat: Rejuvenescimento Facial Natural em Curitiba

Como o PRP Atua na Pele

Ao ser injetado, o PRP estimula os fibroblastos, células responsáveis pela produção de colágeno e elastina. Com o tempo, isso se traduz em uma pele mais firme, com melhora de textura, luminosidade e redução de rugas finas. Os efeitos não são imediatos: eles se desenvolvem gradualmente, à medida que o organismo responde ao estímulo, o que resulta em um aspecto de rejuvenescimento natural, sem o efeito abrupto de outros procedimentos. Laser de CO2 em Curitiba

PRP Isolado ou Associado a Outras Técnicas

O PRP pode ser utilizado como procedimento único, indicado para pacientes que buscam melhora na qualidade geral da pele sem necessidade de repor volume. É também amplamente utilizado como complemento a outros procedimentos, como enxerto de gordura, nanofat e laser de CO2, potencializando a recuperação e os resultados dessas técnicas.

Em cirurgias faciais, o PRP também tem papel relevante na cicatrização, sendo aplicado em alguns casos para acelerar o processo de recuperação dos tecidos.

Quantas Sessões São Necessárias

Por se tratar de um estímulo biológico progressivo, o PRP costuma ser realizado em protocolo de múltiplas sessões, geralmente espaçadas em algumas semanas, com resultados que se acumulam ao longo do tratamento. A manutenção periódica ajuda a sustentar os efeitos conquistados.

O Procedimento em Curitiba

A Dra. Daniele Pace, com mais de 22 anos de experiência e título de Mestre e Doutora em Cirurgia Plástica, oferece o tratamento com PRP em Curitiba, avaliando individualmente se a técnica deve ser aplicada de forma isolada ou combinada a outros procedimentos de rejuvenescimento.

Perguntas Frequentes

O PRP dói?
O procedimento é bem tolerado, geralmente com aplicação de anestésico tópico previamente, o que minimiza o desconforto durante as microinjeções.

Existe tempo de recuperação após o PRP?
A recuperação é rápida. Pode haver vermelhidão ou pequenos hematomas nos pontos de aplicação, que costumam desaparecer em poucos dias.

Em quanto tempo os resultados aparecem?
Os primeiros sinais de melhora costumam ser percebidos após algumas semanas, com resultados mais evidentes conforme as sessões avançam.

PRP pode ser feito junto com enxerto de gordura?
Sim. É uma combinação frequente, já que o PRP potencializa a integração e a regeneração da gordura enxertada.


Quer saber se o PRP é indicado para o seu caso? Agende uma avaliação com a Dra. Daniele Pace (CRM-PR 18453 · RQE 13077) em Curitiba pelo WhatsApp (41) 99113-7878.

Plástica em Curitiba

 

Enxerto de Gordura e Nanofat: Rejuvenescimento Facial Natural em Curitiba

By Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele 2 Comments

Enxerto de Gordura e Nanofat: Duas Técnicas, um Mesmo Princípio

Usar a própria gordura do paciente para rejuvenescer o rosto é uma das abordagens mais naturais disponíveis na cirurgia plástica atual. Em Curitiba, a Dra. Daniele Pace utiliza duas variações dessa técnica — o enxerto de gordura tradicional e o nanofat — que, apesar de partirem do mesmo material, têm objetivos e aplicações bem distintos. Entender essa diferença ajuda o paciente a compreender por que, muitas vezes, as duas são indicadas em conjunto.

Enxerto de Gordura: Reposição de Volume

Com o envelhecimento, o rosto perde volume de forma irregular, principalmente em regiões como maçãs do rosto, têmporas, sulco nasogeniano e olheiras. Essa perda de sustentação é uma das grandes responsáveis pela aparência de cansaço e pelo aspecto “descaído” do rosto, muitas vezes mais do que a própria flacidez de pele.

O enxerto de gordura consiste em retirar tecido adiposo de uma área doadora, como abdômen ou flancos, processá-lo em centrífuga ou sistema específico para purificação, e reinjetá-lo em pequenas quantidades nas regiões que perderam volume. Por ser tecido do próprio paciente, a taxa de rejeição é praticamente nula, e uma parte relevante da gordura se integra permanentemente ao local.

Nanofat: Qualidade e Textura de Pele

O nanofat parte do mesmo princípio, mas com uma diferença técnica fundamental: a gordura é processada até se tornar uma emulsão extremamente fina, sem os grumos de tecido adiposo tradicional. Essa microparticulação permite que ela seja aplicada em camadas muito superficiais da pele, algo impossível de fazer com o enxerto convencional, que exige profundidade para não formar irregularidades visíveis.

Por atuar na superfície, o nanofat não tem como função repor volume, mas sim melhorar a qualidade da pele: hidratação, luminosidade, textura e atenuação de rugas finas. É especialmente indicado para a região das olheiras, onde a pele é fina e frágil, e para áreas com rugas superficiais que não respondem bem a outras técnicas.

Por que as Duas Técnicas Costumam Andar Juntas

Na prática clínica, é comum combinar enxerto de gordura e nanofat na mesma sessão. O enxerto tradicional recompõe o volume perdido nas camadas mais profundas, enquanto o nanofat refina a superfície, melhorando a qualidade da pele que recobre essas áreas. O resultado é um rosto com contorno mais harmônico e pele com aspecto mais saudável, sem o efeito artificial de preenchimentos volumosos isolados.

O planejamento de quais áreas receberão cada técnica, e em qual profundidade, é definido individualmente durante a avaliação, considerando a anatomia facial e as queixas específicas de cada paciente.

O Procedimento em Curitiba

A Dra. Daniele Pace, com mais de 22 anos de experiência e Mestrado e Doutorado em Cirurgia Plástica, realiza enxerto de gordura e nanofat em Curitiba dentro de um planejamento personalizado de rejuvenescimento facial, podendo associar as técnicas a outros procedimentos quando indicado.

Perguntas Frequentes

O resultado do enxerto de gordura é definitivo?
Parte da gordura se integra de forma permanente, enquanto outra parcela é naturalmente reabsorvida nos primeiros meses. O resultado final é avaliado após esse período de acomodação, geralmente entre três e seis meses.

O nanofat deixa cicatrizes?
Os pontos de aplicação são feitos com microcânulas, resultando em marcas praticamente imperceptíveis, sem necessidade de cortes ou suturas.

Existe tempo de recuperação entre os dois procedimentos?
Não. Quando indicados em conjunto, enxerto de gordura e nanofat costumam ser realizados na mesma sessão, com um único período de recuperação.

Quem tem pouca gordura corporal pode fazer o procedimento?
Sim. Como as quantidades utilizadas na face são pequenas, mesmo pacientes com baixo percentual de gordura corporal geralmente possuem área doadora suficiente.


Quer saber se o enxerto de gordura e nanofat são indicados para o seu caso? Agende uma avaliação com a Dra. Daniele Pace (CRM-PR 18453 · RQE 13077) em Curitiba pelo WhatsApp (41) 99113-7878.

Peeling de TCA: como o tratamento renova a pele e trata manchas e rugas

By Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele, Laser No Comments

Peeling de TCA: como o tratamento renova a pele e trata manchas e rugas

Muitas pessoas notam, ao longo dos anos, que a pele do rosto perde o viço, ganha manchas e começa a apresentar rugas mais evidentes. Diante disso, o peeling de TCA surge como uma das opções mais eficazes para renovar a superfície da pele de forma controlada e segura. Este tratamento, realizado com ácido tricloroacético, promove uma esfoliação profunda que estimula a regeneração celular e melhora significativamente a textura, o tom e a firmeza da pele.

O que é o peeling de TCA

O TCA (ácido tricloroacético) é um agente químico amplamente utilizado em dermatologia e cirurgia plástica para promover peelings de média a profunda intensidade. Ao ser aplicado sobre a pele, o ácido provoca uma descamação controlada das camadas superficiais, o que permite que uma pele nova, mais uniforme e saudável, surja em seu lugar. Além disso, o procedimento estimula a produção de colágeno, responsável pela firmeza e elasticidade da pele.

Diferentemente de peelings superficiais, o TCA atua em camadas mais profundas da epiderme e, dependendo da concentração utilizada, pode alcançar a derme papilar. Por isso, os resultados costumam ser mais expressivos do que os obtidos com ácidos mais leves, como o glicólico ou o salicílico.

Para que serve o peeling de TCA

Esse tipo de peeling é indicado para uma ampla variedade de queixas estéticas relacionadas ao envelhecimento e aos danos causados pela exposição solar ao longo dos anos. Entre as principais indicações, destacam-se:

  • Manchas escuras causadas por melasma ou fotoenvelhecimento
  • Rugas finas e médias, especialmente ao redor da boca e dos olhos
  • Textura irregular da pele e poros dilatados
  • Cicatrizes leves de acne
  • Flacidez leve a moderada, associada à perda de colágeno

Como resultado, o tratamento proporciona uma pele visivelmente mais uniforme, luminosa e rejuvenescida, sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

Como é feito o procedimento

Antes de iniciar o peeling, é fundamental realizar uma avaliação médica detalhada, já que o tipo de pele, o fototipo e o histórico de saúde do paciente influenciam diretamente na concentração do ácido e no protocolo utilizado. Durante a consulta, a Dra. Daniele Pace avalia essas características para definir o plano de tratamento mais adequado a cada caso.

No dia do procedimento, a pele é higienizada e desengordurada para garantir a penetração uniforme do ácido. Em seguida, o TCA é aplicado em camadas, permitindo o controle preciso da profundidade da ação. Durante a aplicação, é comum sentir uma sensação de ardor e calor, que tende a diminuir rapidamente após a finalização do procedimento.

Como o TCA provoca uma reação controlada na pele, é normal observar um branqueamento temporário na área tratada, conhecido como “frosting”. Esse sinal indica a profundidade atingida pelo ácido e orienta a equipe médica quanto à intensidade do peeling.

Recuperação e cuidados pós-procedimento

Após a aplicação, a pele passa por um processo natural de descamação, que costuma durar entre cinco e sete dias, dependendo da concentração utilizada. Durante esse período, alguns cuidados são essenciais para garantir uma recuperação tranquila e resultados satisfatórios:

  • Uso rigoroso de protetor solar, mesmo em dias nublados
  • Hidratação constante da pele com produtos indicados pela equipe médica
  • Evitar a exposição solar direta durante todo o processo de renovação
  • Não remover manualmente as peles que estiverem descamando
  • Seguir as orientações específicas fornecidas após o procedimento

Embora a vermelhidão e a descamação sejam esperadas nos primeiros dias, a maioria dos pacientes retoma suas atividades normais rapidamente, com os devidos cuidados de proteção solar.

Resultados esperados

Os resultados do peeling de TCA tornam-se visíveis gradualmente, à medida que a pele se renova e o colágeno é estimulado. Enquanto o efeito imediato já traz uma pele mais uniforme, os benefícios mais completos — como a redução de manchas e o abrandamento de rugas — se consolidam ao longo das semanas seguintes.

Vale destacar que os resultados variam conforme o número de sessões realizadas, a concentração do ácido e as características individuais de cada pele. Por isso, um acompanhamento médico especializado é essencial para adequar o protocolo e potencializar os resultados de forma segura.

Por que escolher a Dra. Daniele Pace para o seu peeling de TCA

Com mais de 22 anos de experiência em cirurgia plástica, mestrado e doutorado na área e título de Membro Titular da SBCP, a Dra. Daniele Pace oferece uma avaliação criteriosa e individualizada para cada paciente. Dessa forma, o protocolo de peeling é sempre ajustado às necessidades específicas de cada tipo de pele, garantindo segurança e resultados naturais.

Além disso, o acompanhamento próximo antes, durante e após o procedimento assegura que cada etapa da recuperação seja conduzida com cuidado e atenção aos detalhes.

Agende sua avaliação

Se você deseja renovar a aparência da sua pele, tratar manchas ou suavizar rugas de forma segura e eficaz, agende uma consulta com a Dra. Daniele Pace. Durante o atendimento, será possível avaliar se o peeling de TCA é a opção ideal para o seu caso e traçar o melhor plano de tratamento.

📍 Rua Albino Silva, 80 — Bom Retiro, Curitiba-PR
📞 (41) 3095-2295 | WhatsApp: (41) 99113-7878
🕒 Segunda a sexta, das 10h às 18h