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Daniele Pace

Explante de Silicone: O Que É e Quando é Indicado | Dra. Daniele Pace

By Explante de silicone, Mamas No Comments

Explante de Silicone: O Que É, Quando é Indicado e Como é Feito

Entenda os motivos que levam à retirada das próteses de mama, as opções de técnica e o que esperar do procedimento

A procura pelo explante de silicone tem crescido bastante nos últimos anos no Brasil. Motivos estéticos, funcionais ou de saúde levam muitas mulheres a considerar a retirada das próteses de mama, mas ainda existe bastante desinformação sobre o assunto. Neste artigo, explico quando o explante é indicado, como é realizado e desfaço alguns dos mitos mais comuns sobre o procedimento.

O Que É o Explante de Silicone

O explante de silicone é a cirurgia que remove as próteses de mama previamente implantadas. Ele pode ser feito de forma isolada, apenas com a retirada do implante, ou combinado com outros procedimentos, como a capsulectomia, que remove a cápsula de tecido cicatricial formada ao redor da prótese, e a mastopexy, que reposiciona e remodela a mama após a retirada do volume.

A escolha da técnica depende do motivo que levou ao explante, da condição da cápsula periprotética e do resultado estético desejado pela paciente.

Principais Motivos Para o Explante

Cada paciente tem uma motivação diferente para buscar o explante. Entre as razões mais comuns, estão:

  • Contratura capsular: endurecimento e deformidade da mama causados pelo espessamento da cápsula ao redor do implante
  • Ruptura do implante: identificada por exame de imagem, com ou sem sintomas associados
  • Sintomas sistêmicos: algumas pacientes relatam fadiga, dores articulares e outros sintomas associados à chamada síndrome ASIA, ainda em estudo pela literatura médica
  • Mudança de desejo estético: pacientes que não se identificam mais com o volume ou que preferem um resultado mais natural
  • Alerta de segurança de fabricante: casos de recall ou recomendação de substituição de determinados modelos de prótese

Independentemente do motivo, uma avaliação médica detalhada, com exames de imagem atualizados, é o primeiro passo para planejar o procedimento com segurança.

Explante Simples vs. Explante com Capsulectomia

Explante Simples

Consiste apenas na retirada do implante, mantendo a cápsula periprotética. É indicado quando a cápsula está saudável e não há indicação clínica para sua remoção.

Explante com Capsulectomia

Remove o implante junto com a cápsula ao seu redor, total ou parcialmente. É indicado em casos de contratura capsular, alterações na cápsula ou por preferência da paciente, sendo uma cirurgia mais extensa.

Explante com Mastopexy

Combina a retirada do implante com o reposicionamento do tecido mamário remanescente, indicado para pacientes que apresentam flacidez ou ptose mamária após a remoção do volume da prótese.

Como é Realizada a Cirurgia

O explante é realizado sob anestesia geral ou sedação, com duração média de uma a três horas, variando conforme a complexidade do caso. Sempre que possível, a incisão original utilizada na colocação da prótese é reaproveitada, minimizando novas cicatrizes.

Quando indicada, a capsulectomia exige uma dissecção mais cuidadosa, já que a cápsula pode estar aderida a estruturas próximas. Ao final do procedimento, dependendo da técnica, um dreno pode ser posicionado temporariamente para evitar acúmulo de líquidos.

Recuperação: O Que Esperar

A recuperação do explante costuma ser mais tranquila que a da colocação inicial das próteses, especialmente nos casos de explante simples. Ainda assim, é normal sentir desconforto e inchaço nos primeiros dias.

  • Primeira semana: repouso relativo e uso de sutiã cirúrgico compressivo
  • 2 a 3 semanas: retorno gradual às atividades leves do dia a dia
  • 4 a 6 semanas: liberação progressiva para atividades físicas, conforme avaliação individual
  • Alguns meses: a pele e o tecido mamário continuam se acomodando ao novo volume

É importante ter uma conversa franca sobre expectativas antes da cirurgia, já que a mama tende a apresentar alguma flacidez após a retirada do volume da prótese, sobretudo quando não é associada à mastopexy.

Mitos e Verdades Sobre o Explante

Mito

“Depois do explante, a mama fica completamente disforme e sem jeito.”

Verdade

O resultado depende muito da qualidade da pele e do volume mamário remanescente. Em muitos casos, a associação com mastopexy proporciona um contorno harmônico mesmo sem o implante.

Mito

“Toda cápsula precisa ser removida, sempre.”

Verdade

A remoção da cápsula é indicada em situações específicas, como contratura capsular ou alterações identificadas em exames. Nem toda paciente precisa de capsulectomia.

Mito

“O explante é sempre mais simples que a colocação da prótese.”

Verdade

Quando associado à capsulectomia ou à mastopexy, o explante pode ser tecnicamente mais complexo e demorado do que a cirurgia original de colocação.

Riscos e Cuidados Importantes

Como toda cirurgia, o explante envolve riscos, como sangramento, infecção, seroma e alterações de sensibilidade. No caso da capsulectomia, existe ainda o risco de lesão a estruturas próximas, dependendo do grau de aderência da cápsula. Por isso, o procedimento deve ser realizado por um cirurgião plástico com registro no CRM e título de especialista pela SBCP.

Uma avaliação pré-operatória completa, com exames de imagem atualizados e histórico clínico detalhado, é essencial para planejar a técnica mais adequada e segura para cada caso.

Perguntas Frequentes

Em muitos casos, sim, especialmente quando o explante é combinado com uma mastopexy, que reposiciona o tecido mamário. O resultado depende da qualidade da pele e do tempo de uso do implante.

Sim, é possível trocar o implante na mesma cirurgia, caso a paciente deseje manter algum volume. Essa decisão deve ser conversada detalhadamente na consulta.

Muitas pacientes relatam melhora dos sintomas após o explante, mas a relação ainda é estudada pela literatura médica. Cada caso deve ser avaliado individualmente, muitas vezes em conjunto com outras especialidades.

Não existe um tempo mínimo fixo. A indicação depende do motivo da retirada, podendo ser feita a qualquer momento quando há indicação clínica ou desejo da paciente.

Sempre que possível, a mesma incisão original é reutilizada, o que evita a formação de novas cicatrizes. Em casos de capsulectomia mais extensa, pode ser necessário ampliar levemente a incisão.

Está considerando o explante de silicone?

Agende uma avaliação particular e individualizada com a Dra. Daniele Pace, cirurgiã plástica com mais de 22 anos de experiência.

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Deep Plane Facelift Curitiba: O Lifting Facial Mais Avançado | Dra. Daniele Pace

By Cirurgia da Face, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele No Comments

Deep Plane Facelift: O Lifting Facial Mais Avançado da Cirurgia Plástica

Entenda a técnica que reposiciona os tecidos profundos da face para um rejuvenescimento natural e duradouro

Poucos temas geram tanta curiosidade na cirurgia plástica facial quanto o Deep Plane Facelift. A técnica ganhou popularidade internacional por entregar resultados naturais, sem aquele aspecto “esticado” associado a liftings mais antigos. Mas afinal, o que torna essa abordagem diferente, e para quem ela realmente é indicada? Neste artigo, explico em detalhes como funciona o Deep Plane Facelift.

O Que É o Deep Plane Facelift

O Deep Plane Facelift é uma técnica de lifting facial que atua em um plano mais profundo da face, abaixo do SMAS (sistema músculo-aponeurótico superficial). Em vez de apenas tracionar a pele, a técnica libera e reposiciona todo o bloco de tecidos profundos, incluindo músculo, gordura e ligamentos de sustentação, como uma unidade única.

Esse reposicionamento em bloco é o que diferencia o Deep Plane das técnicas tradicionais. Como a tração ocorre nas estruturas profundas, e não diretamente na pele, o resultado tende a ser mais natural e harmônico, sem sinais visíveis de “puxado”.

Deep Plane vs. Facelift Tradicional

A principal diferença entre as técnicas está na profundidade de atuação e na forma como a tração é distribuída pela face:

Aspecto Facelift Tradicional Deep Plane Facelift
Plano de dissecção Pele e SMAS superficial Abaixo do SMAS, plano profundo
Direção da tração Predominantemente lateral (para os lados) Vetorial, seguindo o eixo natural dos tecidos
Resultado estético Pode gerar aspecto de pele esticada Resultado mais natural nas bochechas e mandíbula
Durabilidade Tende a ser menor Geralmente mais duradoura

Quem é Candidato ao Procedimento

O Deep Plane Facelift costuma ser indicado para pacientes que apresentam sinais mais evidentes de envelhecimento facial, como:

  • Flacidez acentuada nas bochechas e ao longo da linha da mandíbula
  • Sulcos nasogenianos profundos, que dão aspecto de cansaço à expressão
  • Perda de definição do contorno mandibular, com formação de “papada”
  • Descida do terço médio da face, com aparência de bochechas caídas
  • Desejo por um resultado que pareça natural, sem o efeito de pele esticada

Uma avaliação individual é essencial para confirmar se essa é realmente a melhor técnica, já que fatores como qualidade da pele, estrutura óssea e grau de flacidez influenciam diretamente na indicação.

Como é Realizada a Cirurgia

O procedimento é realizado sob anestesia geral ou sedação profunda, com duração média de quatro a seis horas, já que a dissecção no plano profundo exige extrema precisão e cuidado com estruturas nobres, como o nervo facial. As incisões são posicionadas discretamente na região do couro cabeludo e ao redor da orelha, minimizando cicatrizes visíveis.

Durante a cirurgia, o bloco de tecidos profundos é liberado e reposicionado em uma direção vertical, que respeita o eixo natural de envelhecimento da face. Frequentemente, o procedimento é combinado com lifting de pescoço e blefaroplastia, para um resultado mais completo e harmônico.

Recuperação: O Que Esperar no Pós-Operatório

Por ser uma técnica mais profunda, a recuperação do Deep Plane costuma ser um pouco mais longa que a de um facelift tradicional, embora o inchaço inicial nem sempre seja maior. Nos primeiros dias, é esperado inchaço, hematomas e sensação de tensão na face.

  • Primeira semana: repouso com a cabeça elevada e uso de curativos compressivos
  • 2 semanas: redução significativa do inchaço, retirada de pontos
  • 3 a 4 semanas: retorno gradual ao convívio social, com maquiagem já disfarçando sinais residuais
  • 3 a 6 meses: resultado final se consolida, com a face totalmente acomodada

Alterações temporárias de sensibilidade na pele são comuns e tendem a se resolver com o tempo, à medida que os nervos sensitivos se recuperam.

Resultados e Durabilidade

Um dos grandes atrativos do Deep Plane Facelift é a durabilidade do resultado. Como a técnica atua nas estruturas de sustentação profunda, e não apenas na pele, o efeito do envelhecimento tende a ser mais lento após a cirurgia, com resultados que costumam durar entre dez e quinze anos, variando conforme fatores individuais como genética e cuidados com a pele.

Além da durabilidade, a naturalidade é o que mais chama atenção: por reposicionar os tecidos em seu eixo original, o resultado preserva a expressividade facial, evitando aquele aspecto artificial associado a técnicas mais superficiais.

Riscos e Cuidados Importantes

Por ser uma técnica que trabalha próxima a estruturas nervosas importantes, o Deep Plane Facelift exige um cirurgião plástico com formação específica e experiência consolidada na técnica. Os riscos incluem lesão temporária ou, raramente, permanente de ramos do nervo facial, hematomas, alterações de cicatrização e assimetrias.

Por isso, é fundamental escolher um profissional com título de especialista pela SBCP e histórico comprovado com a técnica, além de realizar o procedimento em ambiente hospitalar com toda a estrutura necessária.

Perguntas Frequentes

As incisões são posicionadas no couro cabeludo e ao redor da orelha, ficando bem disfarçadas pelo cabelo e pelos contornos naturais da orelha. Com os cuidados adequados, tendem a se tornar praticamente imperceptíveis.
O SMAS facelift atua no próprio SMAS ou logo acima dele, enquanto o Deep Plane libera as estruturas abaixo dessa camada, permitindo o reposicionamento em bloco de músculo, gordura e ligamentos, com resultado geralmente mais natural.
Os resultados costumam durar entre dez e quinze anos, podendo variar conforme fatores individuais como genética, exposição solar e cuidados contínuos com a pele após a cirurgia.
O tempo de recuperação é semelhante em muitos aspectos, mas por envolver dissecção mais profunda, alguns pacientes levam um pouco mais de tempo para a sensibilidade facial se normalizar completamente.
Não existe uma idade fixa, já que a indicação depende do grau de flacidez e das características individuais da face. Geralmente, pacientes a partir dos 45 anos apresentam sinais que se beneficiam mais dessa técnica.

Quer saber se o Deep Plane Facelift é indicado para você?

Agende uma avaliação particular e individualizada com a Dra. Daniele Pace, cirurgiã plástica com mais de 22 anos de experiência. Agendar Avaliação pelo WhatsApp

Abdominoplastia: tudo o que você precisa saber / Dra Daniele Pace

By Cirurgia do abdomen, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba No Comments

Abdominoplastia: Tudo o Que Você Precisa Saber Antes de Decidir

Guia completo sobre indicações, tipos de cirurgia, recuperação e resultados da abdominoplastia

A abdominoplastia é uma das cirurgias plásticas mais procuradas no Brasil, e não é por acaso. Ela devolve firmeza à região abdominal em casos que dieta e exercício físico, sozinhos, não conseguem resolver. Ainda assim, é comum surgirem dúvidas sobre quando ela é realmente indicada, como é o procedimento e o que esperar da recuperação. Neste artigo, reunimos as informações essenciais para quem está pensando em fazer a cirurgia.

O Que É a Abdominoplastia

A abdominoplastia é uma cirurgia que remove o excesso de pele e gordura localizada na região do abdômen, além de reparar a musculatura abdominal quando ela está afastada ou enfraquecida. Esse afastamento muscular, chamado de diástase, é bastante comum após gestações ou grandes variações de peso, e costuma ser uma das principais queixas das pacientes.

Diferente da lipoaspiração, que trata apenas o excesso de gordura, a abdominoplastia atua também sobre a pele flácida e a musculatura, por isso costuma ser indicada para casos mais avançados de flacidez abdominal.

Quem é Candidata à Cirurgia

De forma geral, a abdominoplastia é indicada para mulheres e homens que apresentam:

  • Flacidez de pele no abdômen, com ou sem estrias, geralmente após gestação ou emagrecimento importante
  • Diástase dos músculos retos abdominais, que gera aquela aparência de “barriga estufada” mesmo com baixo percentual de gordura
  • Excesso de pele que causa desconforto físico, como assaduras ou dificuldade de higiene na região
  • Peso estável há pelo menos alguns meses, já que grandes oscilações após a cirurgia comprometem o resultado

Durante a consulta, avalio detalhadamente o grau de flacidez, a qualidade da pele e a presença de diástase para indicar a técnica mais adequada a cada caso.

Tipos de Abdominoplastia

Existem diferentes técnicas de abdominoplastia, e a escolha depende do grau de flacidez e dos objetivos da paciente:

Abdominoplastia Completa

Indicada para casos de flacidez mais acentuada. A incisão se estende de um quadril a outro, permitindo a remoção de grande quantidade de pele e a reparação completa da musculatura, incluindo a região acima do umbigo.

Mini Abdominoplastia

Voltada para quem tem flacidez concentrada abaixo do umbigo, com pouca ou nenhuma diástase acima dele. A cicatriz é menor e a recuperação, em geral, mais rápida.

Lipoabdominoplastia

Combina a abdominoplastia com a lipoaspiração em outras áreas, como flancos e região lombar, proporcionando um contorno corporal mais harmônico em uma única cirurgia.

Como é Realizada a Cirurgia

A cirurgia é feita sob anestesia, geralmente combinada com sedação, e tem duração média de duas a quatro horas, variando conforme a técnica escolhida. Primeiro, é feita a remoção do excesso de pele e gordura; em seguida, a musculatura abdominal é suturada internamente para corrigir a diástase. O umbigo, na abdominoplastia completa, é reposicionado para manter uma aparência natural.

Ao final do procedimento, um dreno costuma ser posicionado temporariamente para evitar acúmulo de líquidos, e a paciente recebe uma cinta compressiva que deverá usar durante toda a recuperação.

Recuperação: O Que Esperar no Pós-Operatório

A recuperação da abdominoplastia costuma ser gradual, e é importante seguir todas as orientações médicas com atenção. Nos primeiros dias, é normal sentir dor e desconforto, que são controlados com medicação. Também é esperado inchaço e a presença de hematomas, que diminuem ao longo das semanas.

  • Primeira semana: repouso relativo, uso contínuo da cinta e retorno do dreno em consulta
  • 2 a 4 semanas: retorno gradual às atividades leves do dia a dia, ainda evitando esforço físico
  • 4 a 6 semanas: liberação progressiva para atividades físicas, conforme avaliação individual
  • 3 a 6 meses: o inchaço residual diminui e o resultado final começa a ficar mais evidente

Cada organismo responde de uma forma, por isso o acompanhamento pós-operatório próximo é fundamental para garantir uma recuperação segura e tranquila.

Resultados e Durabilidade

Os resultados da abdominoplastia costumam ser duradouros, principalmente quando a paciente mantém um peso estável ao longo dos anos. Como a pele em excesso é removida cirurgicamente, o abdômen ganha um contorno mais definido, que dieta e exercício isoladamente não conseguiriam proporcionar.

Vale lembrar que gestações futuras podem comprometer parte do resultado, especialmente em relação à musculatura reparada, por isso costumo recomendar a cirurgia após o planejamento familiar estar concluído.

Riscos e Cuidados Importantes

Como toda cirurgia, a abdominoplastia envolve riscos, que incluem infecção, formação de seromas, cicatrização inadequada e alterações de sensibilidade na pele. Por isso, é essencial que o procedimento seja realizado por um cirurgião plástico com registro no CRM e título de especialista pela SBCP, em ambiente hospitalar adequado.

Uma avaliação pré-operatória completa, com exames laboratoriais e liberação clínica, reduz significativamente as chances de complicações e contribui para um resultado seguro.

Perguntas Frequentes

Existe desconforto nos primeiros dias, mas ele é controlado com medicação analgésica prescrita no pós-operatório. A maioria das pacientes relata mais sensação de peso e tensão do que dor propriamente dita.

Em geral, o afastamento varia entre 15 e 21 dias, dependendo da técnica utilizada e do tipo de atividade profissional. Trabalhos que exigem esforço físico costumam precisar de um período maior.

A cicatriz é posicionada estrategicamente para ficar escondida pela roupa íntima ou biquíni. Ela tende a clarear e amadurecer ao longo de um a dois anos, com os cuidados adequados.

Sim, é possível engravidar, mas a gestação pode comprometer parte do resultado obtido, principalmente na musculatura. Por isso, recomenda-se realizar a cirurgia após o encerramento do planejamento familiar.

A lipoaspiração remove apenas gordura localizada, sem tratar pele em excesso ou diástase muscular. A abdominoplastia trata os três aspectos, sendo indicada para casos de flacidez mais significativa.

Quer saber se a abdominoplastia é indicada para o seu caso?

Agende uma avaliação particular e individualizada com a Dra. Daniele Pace, cirurgiã plástica com mais de 22 anos de experiência.

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Enxerto de Gordura e Nanofat: Rejuvenescimento Facial Natural em Curitiba

By Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele 2 Comments

Enxerto de Gordura e Nanofat: Duas Técnicas, um Mesmo Princípio

Usar a própria gordura do paciente para rejuvenescer o rosto é uma das abordagens mais naturais disponíveis na cirurgia plástica atual. Em Curitiba, a Dra. Daniele Pace utiliza duas variações dessa técnica — o enxerto de gordura tradicional e o nanofat — que, apesar de partirem do mesmo material, têm objetivos e aplicações bem distintos. Entender essa diferença ajuda o paciente a compreender por que, muitas vezes, as duas são indicadas em conjunto.

Enxerto de Gordura: Reposição de Volume

Com o envelhecimento, o rosto perde volume de forma irregular, principalmente em regiões como maçãs do rosto, têmporas, sulco nasogeniano e olheiras. Essa perda de sustentação é uma das grandes responsáveis pela aparência de cansaço e pelo aspecto “descaído” do rosto, muitas vezes mais do que a própria flacidez de pele.

O enxerto de gordura consiste em retirar tecido adiposo de uma área doadora, como abdômen ou flancos, processá-lo em centrífuga ou sistema específico para purificação, e reinjetá-lo em pequenas quantidades nas regiões que perderam volume. Por ser tecido do próprio paciente, a taxa de rejeição é praticamente nula, e uma parte relevante da gordura se integra permanentemente ao local.

Nanofat: Qualidade e Textura de Pele

O nanofat parte do mesmo princípio, mas com uma diferença técnica fundamental: a gordura é processada até se tornar uma emulsão extremamente fina, sem os grumos de tecido adiposo tradicional. Essa microparticulação permite que ela seja aplicada em camadas muito superficiais da pele, algo impossível de fazer com o enxerto convencional, que exige profundidade para não formar irregularidades visíveis.

Por atuar na superfície, o nanofat não tem como função repor volume, mas sim melhorar a qualidade da pele: hidratação, luminosidade, textura e atenuação de rugas finas. É especialmente indicado para a região das olheiras, onde a pele é fina e frágil, e para áreas com rugas superficiais que não respondem bem a outras técnicas.

Por que as Duas Técnicas Costumam Andar Juntas

Na prática clínica, é comum combinar enxerto de gordura e nanofat na mesma sessão. O enxerto tradicional recompõe o volume perdido nas camadas mais profundas, enquanto o nanofat refina a superfície, melhorando a qualidade da pele que recobre essas áreas. O resultado é um rosto com contorno mais harmônico e pele com aspecto mais saudável, sem o efeito artificial de preenchimentos volumosos isolados.

O planejamento de quais áreas receberão cada técnica, e em qual profundidade, é definido individualmente durante a avaliação, considerando a anatomia facial e as queixas específicas de cada paciente.

O Procedimento em Curitiba

A Dra. Daniele Pace, com mais de 22 anos de experiência e Mestrado e Doutorado em Cirurgia Plástica, realiza enxerto de gordura e nanofat em Curitiba dentro de um planejamento personalizado de rejuvenescimento facial, podendo associar as técnicas a outros procedimentos quando indicado.

Perguntas Frequentes

O resultado do enxerto de gordura é definitivo?
Parte da gordura se integra de forma permanente, enquanto outra parcela é naturalmente reabsorvida nos primeiros meses. O resultado final é avaliado após esse período de acomodação, geralmente entre três e seis meses.

O nanofat deixa cicatrizes?
Os pontos de aplicação são feitos com microcânulas, resultando em marcas praticamente imperceptíveis, sem necessidade de cortes ou suturas.

Existe tempo de recuperação entre os dois procedimentos?
Não. Quando indicados em conjunto, enxerto de gordura e nanofat costumam ser realizados na mesma sessão, com um único período de recuperação.

Quem tem pouca gordura corporal pode fazer o procedimento?
Sim. Como as quantidades utilizadas na face são pequenas, mesmo pacientes com baixo percentual de gordura corporal geralmente possuem área doadora suficiente.


Quer saber se o enxerto de gordura e nanofat são indicados para o seu caso? Agende uma avaliação com a Dra. Daniele Pace (CRM-PR 18453 · RQE 13077) em Curitiba pelo WhatsApp (41) 99113-7878.

Peeling de TCA: como o tratamento renova a pele e trata manchas e rugas

By Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele, Laser No Comments

Peeling de TCA: como o tratamento renova a pele e trata manchas e rugas

Muitas pessoas notam, ao longo dos anos, que a pele do rosto perde o viço, ganha manchas e começa a apresentar rugas mais evidentes. Diante disso, o peeling de TCA surge como uma das opções mais eficazes para renovar a superfície da pele de forma controlada e segura. Este tratamento, realizado com ácido tricloroacético, promove uma esfoliação profunda que estimula a regeneração celular e melhora significativamente a textura, o tom e a firmeza da pele.

O que é o peeling de TCA

O TCA (ácido tricloroacético) é um agente químico amplamente utilizado em dermatologia e cirurgia plástica para promover peelings de média a profunda intensidade. Ao ser aplicado sobre a pele, o ácido provoca uma descamação controlada das camadas superficiais, o que permite que uma pele nova, mais uniforme e saudável, surja em seu lugar. Além disso, o procedimento estimula a produção de colágeno, responsável pela firmeza e elasticidade da pele.

Diferentemente de peelings superficiais, o TCA atua em camadas mais profundas da epiderme e, dependendo da concentração utilizada, pode alcançar a derme papilar. Por isso, os resultados costumam ser mais expressivos do que os obtidos com ácidos mais leves, como o glicólico ou o salicílico.

Para que serve o peeling de TCA

Esse tipo de peeling é indicado para uma ampla variedade de queixas estéticas relacionadas ao envelhecimento e aos danos causados pela exposição solar ao longo dos anos. Entre as principais indicações, destacam-se:

  • Manchas escuras causadas por melasma ou fotoenvelhecimento
  • Rugas finas e médias, especialmente ao redor da boca e dos olhos
  • Textura irregular da pele e poros dilatados
  • Cicatrizes leves de acne
  • Flacidez leve a moderada, associada à perda de colágeno

Como resultado, o tratamento proporciona uma pele visivelmente mais uniforme, luminosa e rejuvenescida, sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

Como é feito o procedimento

Antes de iniciar o peeling, é fundamental realizar uma avaliação médica detalhada, já que o tipo de pele, o fototipo e o histórico de saúde do paciente influenciam diretamente na concentração do ácido e no protocolo utilizado. Durante a consulta, a Dra. Daniele Pace avalia essas características para definir o plano de tratamento mais adequado a cada caso.

No dia do procedimento, a pele é higienizada e desengordurada para garantir a penetração uniforme do ácido. Em seguida, o TCA é aplicado em camadas, permitindo o controle preciso da profundidade da ação. Durante a aplicação, é comum sentir uma sensação de ardor e calor, que tende a diminuir rapidamente após a finalização do procedimento.

Como o TCA provoca uma reação controlada na pele, é normal observar um branqueamento temporário na área tratada, conhecido como “frosting”. Esse sinal indica a profundidade atingida pelo ácido e orienta a equipe médica quanto à intensidade do peeling.

Recuperação e cuidados pós-procedimento

Após a aplicação, a pele passa por um processo natural de descamação, que costuma durar entre cinco e sete dias, dependendo da concentração utilizada. Durante esse período, alguns cuidados são essenciais para garantir uma recuperação tranquila e resultados satisfatórios:

  • Uso rigoroso de protetor solar, mesmo em dias nublados
  • Hidratação constante da pele com produtos indicados pela equipe médica
  • Evitar a exposição solar direta durante todo o processo de renovação
  • Não remover manualmente as peles que estiverem descamando
  • Seguir as orientações específicas fornecidas após o procedimento

Embora a vermelhidão e a descamação sejam esperadas nos primeiros dias, a maioria dos pacientes retoma suas atividades normais rapidamente, com os devidos cuidados de proteção solar.

Resultados esperados

Os resultados do peeling de TCA tornam-se visíveis gradualmente, à medida que a pele se renova e o colágeno é estimulado. Enquanto o efeito imediato já traz uma pele mais uniforme, os benefícios mais completos — como a redução de manchas e o abrandamento de rugas — se consolidam ao longo das semanas seguintes.

Vale destacar que os resultados variam conforme o número de sessões realizadas, a concentração do ácido e as características individuais de cada pele. Por isso, um acompanhamento médico especializado é essencial para adequar o protocolo e potencializar os resultados de forma segura.

Por que escolher a Dra. Daniele Pace para o seu peeling de TCA

Com mais de 22 anos de experiência em cirurgia plástica, mestrado e doutorado na área e título de Membro Titular da SBCP, a Dra. Daniele Pace oferece uma avaliação criteriosa e individualizada para cada paciente. Dessa forma, o protocolo de peeling é sempre ajustado às necessidades específicas de cada tipo de pele, garantindo segurança e resultados naturais.

Além disso, o acompanhamento próximo antes, durante e após o procedimento assegura que cada etapa da recuperação seja conduzida com cuidado e atenção aos detalhes.

Agende sua avaliação

Se você deseja renovar a aparência da sua pele, tratar manchas ou suavizar rugas de forma segura e eficaz, agende uma consulta com a Dra. Daniele Pace. Durante o atendimento, será possível avaliar se o peeling de TCA é a opção ideal para o seu caso e traçar o melhor plano de tratamento.

📍 Rua Albino Silva, 80 — Bom Retiro, Curitiba-PR
📞 (41) 3095-2295 | WhatsApp: (41) 99113-7878
🕒 Segunda a sexta, das 10h às 18h

Deep Plane Facelift em Curitiba: A Ciência por trás do Rejuvenescimento Facial Natural

By Cirurgia da Face, Cirurgia plástica, Cirurgia Plástica Curitiba, Cuidados com a pele No Comments

Deep Plane Facelift em Curitiba: A Ciência por trás do Rejuvenescimento Facial Natural

A busca por um rejuvenescimento facial que preserve a identidade e a naturalidade do rosto tem levado cada vez mais pacientes a procurarem pelo Deep Plane Facelift em Curitiba. Diferente das técnicas tradicionais do passado, que muitas vezes deixavam um aspecto “esticado”, a abordagem moderna foca nas camadas mais profundas da face. Deep Plane Facelift e Cirurgia Endoscópica: A Nova Era do Rejuvenescimento Facial

Se você reside em Curitiba ou região e deseja entender como a ciência anatômica transformou a cirurgia plástica da face, este artigo explicará detalhadamente o que torna essa técnica o padrão-ouro mundial em reposicionamento facial.

O que é o Deep Plane Facelift?

Para compreender o diferencial dessa cirurgia, é preciso entender brevemente a anatomia do rosto. Abaixo da nossa pele, existe uma camada de tecido muscular e fibroso chamada SMAS (Sistema Músculo-Aponéutico Superficial). É essa estrutura que sofre com a gravidade ao longo dos anos, resultando na perda de definição da mandíbula, no surgimento do “buldogue” e no derretimento do terço médio da face.

Enquanto o lifting tradicional atua tracionando e esticando a pele superficial, o Deep Plane Facelift atua em um plano anatômico mais profundo. O cirurgião acessa o espaço abaixo do SMAS, liberando os ligamentos retentores naturais da face. Cirurgia Endoscópica da Face: O Que É, Como Funciona e Seus Benefícios

Como resultado, todo o bloco de tecidos (músculo, gordura e pele) é reposicionado verticalmente de forma integrada. Não há tração exagerada na pele; o suporte vem de dentro para fora.

Os Benefícios de uma Abordagem Profunda e Anatômica

A escolha por um procedimento de alta performance exige precisão técnica absoluta. Por atuar em camadas profundas, o conhecimento milimétrico da anatomia facial é o que garante a segurança e a excelência dos resultados.

Dentre as principais vantagens do Deep Plane, destacam-se:

  • Resultados Extremamente Naturais: Como a pele não é puxada de forma isolada, as linhas de expressão dinâmicas são preservadas, evitando o estigma de “rosto operado”.

  • Tratamento Efetivo do Pescoço e Mandíbula: A liberação dos ligamentos profundos permite redefinir o contorno cervical e a linha mandibular com uma eficácia que outras técnicas dificilmente alcançam.

  • Durabilidade Superior: Por tratar a estrutura muscular profunda e não apenas a elasticidade da pele, os resultados do Deep Plane costumam ser muito mais duradouros. Deep Plane

  • Pós-operatório Mais Confortável: Embora pareça uma técnica mais complexa, o descolamento entre a pele e o músculo é menor do que no lifting tradicional. Isso preserva a vascularização cutânea, reduzindo frequentemente o inchaço e as equimoses (roxos).

A Importância da Especialização Técnica

Por ser uma técnica que navega próxima a estruturas nobres da face, como os ramos do nervo facial, o Deep Plane Facelift exige do cirurgião uma curva de aprendizado longa e dedicação contínua ao estudo da anatomia.

Além da experiência prática em consultório, o domínio conceitual — muitas vezes compartilhado através da docência e de cursos especializados para outros profissionais da área — é o que diferencia um especialista na condução desse procedimento. A segurança do paciente está diretamente ligada à precisão do plano anatômico trabalhado.

Como funciona a Consulta para Deep Plane Facelift em Curitiba?

Cada rosto envelhece de forma única. Portanto, o primeiro passo para quem busca o Deep Plane Facelift em Curitiba é uma avaliação presencial minuciosa.

Durante a consulta, o especialista analisa:

  1. A qualidade e a elasticidade da pele;

  2. O grau de queda das estruturas musculares e dos compartimentos de gordura;

  3. A estrutura óssea da face;

  4. O histórico médico e as expectativas reais do paciente. Currículo Dra. Daniele Pace

A partir dessa análise de proporções faciais, é desenhado um plano cirúrgico sob medida, que pode ou não ser associado a outras tecnologias modernas, como a cirurgia endoscópica para o terço superior da face.

Conclusão

Investir na face é investir na sua autoestima e na forma como você se apresenta ao mundo. O Deep Plane Facelift não visa transformar você em outra pessoa, mas sim resgatar a estrutura que o tempo modificou, com a máxima elegância e discrição.

Se você deseja dar o próximo passo na sua jornada de rejuvenescimento e quer agendar uma avaliação especializada em Curitiba, entre em contato conosco para alinhar suas expectativas à ciência cirúrgica mais moderna disponível hoje.

Laser Erbium: como funciona e para quem é indicado

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Laser Erbium

A busca por uma pele mais uniforme, luminosa e jovem levou ao desenvolvimento de tecnologias cada vez mais precisas na dermatologia e na cirurgia plástica. Entre elas, o laser Erbium se destaca como uma das opções mais eficazes para o rejuvenescimento facial — com resultado expressivo e recuperação relativamente rápida. Laser para rejuvenescimento da face: quais tipos existem

O que é o laser Erbium?

O laser Erbium (Er:YAG) é um laser ablativo que age removendo camadas superficiais ou mais profundas da pele com alta precisão. Diferente de outros lasers, ele tem grande afinidade pela água presente nas células, o que permite um tratamento mais controlado e com menor dano ao tecido adjacente.

Para que serve?

O laser Erbium é indicado para tratar manchas e melasma, rugas finas e linhas de expressão, textura irregular e poros dilatados, cicatrizes de acne, flacidez superficial e fotoenvelhecimento em geral. Laser para rejuvenescimento da face

Quais são os tipos?

Existem duas modalidades principais: o Erbium ablativo, que remove a camada superficial da pele promovendo renovação intensa, e o Erbium fracionado, que cria microcanais na pele preservando ilhas de tecido saudável — o que resulta em recuperação mais rápida com excelente eficácia. A escolha entre as modalidades depende do tipo de pele, da indicação clínica e da disponibilidade de tempo de recuperação da paciente. Laser de CO₂: O que é, como funciona e para que serve | Dra. Daniele Pace

Como é o pós-procedimento?

Nos primeiros dias, é normal apresentar vermelhidão, descamação e sensação de calor na área tratada. A pele nova começa a aparecer ao longo da primeira semana. O uso de protetor solar é obrigatório durante todo o período de recuperação e deve ser mantido de forma permanente. O resultado final — com melhora de textura, luminosidade e uniformidade — é progressivo e se consolida em quatro a oito semanas.

Laser Erbium pode ser combinado com outros procedimentos?

Sim. Em muitos casos, o laser Erbium é associado a procedimentos cirúrgicos como a blefaroplastia ou o facelift, potencializando o resultado final. Também pode ser combinado com toxina botulínica e preenchedores em protocolos de rejuvenescimento facial completo.

Cada plano de tratamento é individualizado. Se você tem dúvidas sobre o laser Erbium e quer entender se ele é indicado para o seu caso, agende uma consulta.

📍 Rua Albino Silva, 80 — Bom Retiro, Curitiba-PR 📞 (41) 3095-2295 | (41) 99113-7878 🌐 www.danielepace.com.br

Dra. Daniele Pace — CRM-PR 18453 · RQE 13077

 

Lipoaspiração com Endolaser: como tratar gordura e flacidez ao mesmo tempo

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A lipoaspiração é, há décadas, um dos procedimentos mais realizados na cirurgia plástica. Ela remove depósitos de gordura localizados com precisão e resultados confiáveis. Mas uma dúvida frequente é: e a flacidez? A pele vai ficar bem depois? Lipoaspiração

Para muitas pacientes, especialmente após os 35 anos, a pele não retrai sozinha com a mesma facilidade. É aí que o endolaser entra como aliado poderoso.

O que é o endolaser?

O endolaser é uma tecnologia de laser interno aplicado durante o próprio procedimento de lipoaspiração. Um fino cateter emite energia laser diretamente sob a pele, estimulando a produção de colágeno e promovendo a retração tecidual. O resultado é uma pele mais firme e uniforme — especialmente em áreas como abdômen, flancos, braços e face inferior.

Lipoaspiração e endolaser juntos: quando indicar?

A associação é indicada quando há perda de elasticidade moderada na região a ser tratada. Não substitui procedimentos para flacidez severa, mas oferece um resultado muito mais refinado do que a lipoaspiração convencional isolada. Cada caso é avaliado individualmente em consulta.

Como é o pós-operatório?

O pós-operatório é semelhante ao da lipoaspiração tradicional. O uso de cinta compressiva é essencial nas primeiras semanas. A retração da pele pelo estímulo do colágeno ocorre de forma gradual, com resultados progressivos ao longo de três a seis meses. Cuidados Pós-operatórios para Cirurgia Plástica em Curitiba

Lipoaspiração com tecnologia: mais resultado, menos imprevisto

Combinar técnica cirúrgica refinada com tecnologia de laser interno eleva a qualidade do resultado. Na minha prática, utilizo o endolaser de forma criteriosa, sempre que a avaliação aponta que ele vai agregar ao resultado final da paciente.

Se você tem dúvidas sobre lipoaspiração e quer entender se o endolaser faz sentido para o seu caso, agende uma consulta.

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Dra. Daniele Pace — CRM-PR 18453 · RQE 13077 Currículo Dra. Daniele Pace

 

Cirurgia Endoscópica da Face: O Que É, Como Funciona e Seus Benefícios

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O Que É a Cirurgia Endoscópica da Face?

A cirurgia endoscópica da face é uma técnica minimamente invasiva que permite ao cirurgião plástico reposicionar estruturas profundas do rosto — como músculos, gordura e tecidos — por meio de pequenas incisões e com o auxílio de uma câmera miniaturizada chamada endoscópio. Em outras palavras, é possível realizar procedimentos de rejuvenescimento com muito mais precisão e com cortes significativamente menores do que nas técnicas convencionais.

Portanto, além de promover resultados naturais e duradouros, essa abordagem representa um grande avanço em relação às cirurgias abertas tradicionais. Por isso, ela tem ganhado cada vez mais espaço na prática da cirurgia plástica moderna.

Como Funciona o Procedimento?

Durante a cirurgia endoscópica da face, o cirurgião realiza pequenas incisões estratégicas — geralmente escondidas na linha do cabelo ou atrás das orelhas. Em seguida, um endoscópio é introduzido para iluminar e ampliar a área a ser tratada, transmitindo imagens em tempo real para um monitor.

Com isso, o profissional consegue visualizar com clareza as estruturas internas e realizar as correções necessárias com instrumentos cirúrgicos de precisão. Dessa forma, estruturas como o músculo frontal, as sobrancelhas e o terço médio da face podem ser reposicionados sem a necessidade de grandes cortes.

Além disso, como as incisões são menores, o trauma tecidual é reduzido consideravelmente, o que contribui diretamente para uma recuperação mais rápida e confortável.

Quais Regiões Podem Ser Tratadas?

A técnica endoscópica pode ser aplicada em diferentes regiões da face, dependendo das necessidades e objetivos de cada paciente. As principais áreas tratadas são:

  • Testa e sobrancelhas: levantamento da região frontal, suavizando rugas horizontais e o aspecto de cansaço;
  • Terço médio da face: reposicionamento da gordura malar, que confere um aspecto mais jovial e descansado;
  • Contorno mandibular: definição do ângulo da mandíbula e redução do aspecto de flacidez;
  • Região periorbital: correção da ptose (queda) das sobrancelhas e melhora do olhar.

No entanto, a indicação precisa de cada procedimento deve ser feita pelo cirurgião plástico após avaliação individual. Afinal, cada paciente apresenta características anatômicas únicas.

Quais São as Vantagens da Cirurgia Endoscópica?

Comparada às técnicas abertas convencionais, a cirurgia endoscópica da face oferece uma série de benefícios importantes:

  • Incisões menores — consequentemente, as cicatrizes são praticamente imperceptíveis;
  • Menos sangramento — o que contribui para maior segurança durante o procedimento;
  • Menor tempo de recuperação — os pacientes geralmente retornam às atividades rotineiras mais rapidamente;
  • Menor risco de complicações — como hematomas, infecções e alterações de sensibilidade;
  • Resultados mais naturais — pois as estruturas são reposicionadas, e não apenas tracionadas;
  • Anestesia mais leve — em muitos casos, é possível utilizar anestesia local com sedação.

Por essa razão, a cirurgia endoscópica tem sido a escolha preferida tanto por pacientes quanto por cirurgiões que buscam resultados refinados e seguros.

A Recuperação é Diferente da Cirurgia Tradicional?

Sim. De modo geral, a recuperação da cirurgia endoscópica da face tende a ser mais tranquila. O inchaço e os hematomas costumam ser menores e desaparecem mais rapidamente. Contudo, é importante seguir rigorosamente todas as orientações médicas no pós-operatório para garantir os melhores resultados.

Geralmente, os cuidados incluem repouso relativo nos primeiros dias, uso de medicamentos prescritos, evitar exposição solar e atividades físicas intensas por algumas semanas. Além disso, as consultas de acompanhamento são fundamentais para monitorar a evolução da cicatrização.

Em média, o retorno às atividades sociais ocorre entre 10 e 15 dias após o procedimento, embora o resultado final seja gradualmente percebido ao longo dos meses seguintes.

Quem Pode Realizar a Cirurgia Endoscópica da Face?

A cirurgia endoscópica da face é indicada para pacientes que apresentam sinais de envelhecimento nas regiões superior e média da face — como queda das sobrancelhas, flacidez, rugas e perda de volume —, mas que ainda possuem qualidade de pele razoável. No entanto, a indicação correta depende de uma avaliação clínica criteriosa.

Por isso, antes de qualquer decisão, é essencial consultar um cirurgião plástico habilitado, que irá analisar seu histórico de saúde, suas expectativas e as características anatômicas individuais para determinar se essa técnica é a mais adequada para o seu caso.

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Se você deseja saber se a cirurgia endoscópica da face é indicada para você, a Dra. Daniele Pace está à disposição para esclarecer todas as suas dúvidas e realizar uma avaliação personalizada.

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